Engenho-Original

Origem

Acachaça santa terezinha tem origem na região do vale do canãa, interior do espírito santo, desde 1942. Possui uma das mais tradicionais destilaria do estado sendo louvada em prosa e verso. A produção é artesanal feita com cana de açúcar selecionada sem queima no corte, destilada em alambique de cobre, aquecido com fogo direto a lenha. Esta caracteristica garante gosto suave, um cheirinho macio de cana que desce redondinho pela garganta, enxugando o caminho sem deixar gosto amargo na boca.

Degustando

Para saborea-la é preciso reservar um pouco para a santo, em seguida ela deve ser sorvida em goles lentos, curtos e espaçados. Quem preferir saborear de uma só vez deve ter elegância.   Sua embalagem com garrafas de design, tampa de cortiça garantem a qualidade, e o capricho se estende para o rótulo concebido pelo artista plástico capixaba hélio coelho. Quando alguém bebe a cachaça santa terezinha logo sente a diferença: ela tem um sabor mágico. É quente. Tem um gosto especial. Mas isso é muito fácil de explicar segue nossa receita:

Produzindo

Mistura-se num tanque uma parte de caldo de cana ao natural, com uma parte igual de caldo fervido, acrescentando-se uma braçada de bagaço tostado e um punhado de fubá de milho. Para conseguir a temperatura correta, esquenta-se uma pedra de bom tamanho e joga-se dentro da mistura. Durante essa geração, recomenda-se queimar folhas de tangerina ou laranja, numa fogueira vizinha.depois de quatro ou cinco dias, temos o fermento já pronto para ser distribuido nos grandes tanques de garapa. Mais cinco dias, a garapa vira mosto, e entra pela boca do alambique para ser finalmente separado o álcool transformar no destilado alcoólico de cana de açúcar

Prêmios

  • Mensão honrosa no festival cachaça serraria souza pinto bh – 1996
  • Medalha de ouro na 2ª mostra das cachaças do espirito santo – Set/2001
  • Trofeu vitória destaque revista stylo – 2004
  • 1º lugar no festival da cultura italiana – 2006
  • Melhor cachaça do brasil em 2007 concurso bebidas do mundo revista de prazeres da mesa
  • Medalha de ouro world spirit – 2009
  • 2º lugar prêmio inovação bebidas findes – 2012
  • 1º lugar premio capixaba alimentos e bebidas – sindbebidas – 2013
  • Medalha de ouro international taste & quality institute brussels 95 pontos – 2014

Prozeando

Artemio Menegatti

Artêmio Menegatti – Fundador

Decepar a cana recolher a garapa da cana roubar da cana a doçura do mel” e transformar tudo em cachaça. A colheita se inicia nos últimos dias de maio. São dias lindos e muito ensolarados. É um processo muito delicado. As águas que encharcaram o solo durante o verão secaram e a cana está docinha, antônio conduz o carro de boi é ele quem moe a cana enquanto rodolfo debulha o milho. Às pedras do moinha transforma os grãos em fubá, com o fubá novinho junta a garapa até começar a borbulhar com um barulho típico das leveduras que tem nome saccharomyces cerevisiae, ela prolifera no amido come açúcar excreta álcool. Nas dornas de fermentação quando o nível de açúcar chega a zero é hora de destilar, a lenha queima lentamente horas a fio até que a primeira cachaça suba pela coluna, a cachaça boa deve ser de coração que é justamente a metade do processo quando destilado tem entre 60 e 30% de teor alcoólico abaixo disso é a calda. O coração destilado agora amacia em berço esplêndido madeira tradicional. Nesse tonél descansa a cachaça, enquanto aguarde ser degustada por apreciadores.